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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Hora de Colocar o Pé no Chão

Três meses e meio após o acidente, hoje fui liberado para começar a pisar.

O médico prevê mais um mês usando as duas muletas, e pisando só com a ponta do pé (gradualmente posso ir pisando com o calcanhar). Depois disso, fico usando apenas uma muleta por um mês, para finalmente voltar a andar sem apoio.

Continuo fazendo fisioterapia três vezes por semana, e faço os exercícios em casa duas vezes por dia. O joelho está dobrando um pouco mais que 90°, mas está muito resistente em passar disso. Do pé, a fisio continua bem leve, mas creio que os exercícios deve ficar um pouco mais pesados agora.

Vou mudar a clínica onde faço a fisio, pois o táxi está saindo "salgado" demais, a nova clínica está bem recomendada, vamos ver no que dá.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tchauzinho Hospital



Quinta-feira, 7 de novembro de 2013, após 10 dias de internação chega o dia de voltar para casa.
O médico veio no final da manhã, abriu a tala, examinou e estava tudo normal. Colocou os curativos novos, enfaixou novamente e dessa vez nada de dor.
Um parênteses, enquanto estava no hospital, tive a forte impressão de que as vezes nas quais mexeram no meu pé na emergência eu voltava de lá com muita dor por falta de cuidado do pessoal, pois quando o médico mexia não doía. Bem, talvez eu tenha feito uma injustiça pois sempre que desci para a emergência, a tala de gesso era refeita, e quando o médico abriu ele reaproveitou a tala de gesso.
Inocentemente, eu acreditava que andar de muletas era a coisa mais fácil do mundo, e que quando chegasse em casa andaria tranquilamente para cima e para baixo. Minha ilusão se desfez logo após descer do táxi, quase morri de cansaço para andar uns seis metros do carro até uma muretinha onde pude sentar.
Fiquei sentado ali até chegar alguém para me ajudar, pois o taxista havia sido operado e não podia fazer força. Meu primo veio, e me levou apoiado nele até meu quarto.